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Assuntos

Doação




Menos comum que o empréstimo e o leilão, o Dom tb. pode ter o direito de doar a sua escrava. Assim, a doação se processaria como no leilão: a obrigação da escrava para com seu ex-Dono que a doou se restringe apenas a uma sessão com o novo Dono, uma vez que uma doação não pode definir nem impor a entrega permanente da submissão da escrava, que é algo pessoal e subjetivo.

Alimentação Controlada


* Consiste em privar, forçar ou especificar a alimentação da escrava, com diversos objetivos:

Disciplinamento: Fazer a escrava se alimentar daquilo que o Mestre determina, nos horários e na quantidade que ele determina. Seja com objetivo de obediência ou mesmo de regime alimentar;

Tortura: Forçar a escrava a se alimentar somente (primordialmente) de alimentos que se desagrade (vide também “ingestão forçada”)

Restrição: Restringir os alimentos de agrado da escrava;

Punição: Forçar o Jejum ou a ingestão de alimentos repulsivos;

Humilhação: Ao restringir certos alimentos, ou até mesmo a forma como a escrava se alimenta (vide “food rituals”), pode-se obter bons jogos de humilhação e disciplinamento

Toalha Molhada

Utilizada para espancamento, sendo bastante dolorosa, mas segura por não deixar marcas.
Então, você sabe o que são os modelos de posse BDSM? Sabe que o 24x7 é uma forma de posse e não de relacionamento? Vamos debater!

*EPE* – Troca Erótica de Poder: Ou seja, só “na cama” ou dentro de sessão. Fora dali, a relação é horizontal.

*PPE* – Troca Parcial de Poder: Aqui vai além do sexo ou de sessões e passa a entrar na rotina, nesse caso a relação já é vertical, mas o bottom ainda tem autonomia pra tomar decisões.

*TPE* – Troca Total de Poder: O TOP toma todas as decisões da vida do bottom, seja da parte baunilha ou BDSM. Precisa pedir autorização para tudo, se for pré estabelecido e vontade do Dono. A relação é Vertical e aqui também entra o controle financeiro. Ou seja, controle nessa relação total.

Tecnica da crucificação


A Tecnica da crucificação a e onde a sub se encontra com os braços aberto como cristo pelada, e amarrada com cordas com os braços abertos, e suspensa do chão.

Técnica Fisting.



Fisting querida e a técnica a onde o dom faz dilatação do anus a onde o dono enfia os dedos primeiro e vai enfiando a mão e o anti braço dentro do anus a onde a sub precisa aquentar e senti todos prazer do seu dono enfiando o braço no anus, pode ser enfiado uma garrafa de refrigerante a onde faz abertura do anus da sub, mais não se preocupe depois volta ao tamanho normal do buraco do anus, ele não fica aberto para sempre.

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Todo bottom (submisso, escravo)



...enfim, dentro do BDSM todo aquele que submete tem traços de masoquismo por ter o prazer pela dor, mas só podemos dizer que esse ser que se submete dentro do BDSM é masoquista, se ele tiver um nível bem alto de tolerância a dor que é causada pelo seu Dominador, pois tem escravas de lindas e perfeitas condutas que não toleram dores elevadas... Tanto que as práticas no Ds de uma escrava assim não incluem sessões e cenas que remetam um spanking, tapas que possam causar dor de grau elevadíssimo e sim por exemplo uma cena de petplay, de bondage...Então essa escrava que não tolera sentir dor de grau elevado, jamais podemos dizer que ela é uma masoquista!

 Relação baunilha




Se é fetichista, que o seja. Se quer misturar romance e BDSM, que os misture; e assim por diante. Todavia, se você é, por exemplo, apenas fetichista, por que querer se denominar BDSMer? Não há status maior nisso. Caso queira misturar BDSM e romantismo, quando se referir a coisas baunilhas e românticas, que admita NÃO tratar-se de BDSM. Cada termo deve ser empregado corretamente para evitar mal-entendidos.

* A VISÃO DA SOCIEDADE: PERSPECTIVAS



Tem se visto uma abertura em relação ao BDSM na sociedade, a imagem tem sido mais positiva por causa dos vários materiais de comunicação que vêm, aos poucos, de forma tímida, desmistificado o BDSM como doença; vários filmes, revistas, livros, artigos e até pesquisas científicas vieram nesse sentido, expondo a nossa cultura underground para as massas e nos tornando mais populares; isso é um processo de abertura que começou com Sade e Masoch e continua até hoje.

Não obstante, o preconceito ainda é forte e muito demorará para que se possa falar abertamente sobre o tema com qualquer pessoa ou andar com uma camisa escrito: “sou sadomasoquista”.

Deve-se apenas falar de nossas preferências para quem está preparado, ou seja, para quem também é BDSMer ou para quem, mesmo baunilha, é de confiança e tem a mente aberta, é livre-pensador ou ao menos não é preconceituoso ou discriminador nesse tema.

Na dúvida, o melhor é ficar em silêncio e não contar nada, visto que não se sabe a reação que as pessoas podem ter em um assunto como esse, envolto em preconceito, ignorância e discriminação; algo que na verdade é tão simples de se entender e se respeitar.

Entretanto as pessoas geralmente não gostam do diferente e o discriminam, então tomar precauções para que não sejamos “descobertos” é de bom tom, não revelando nossas preferências abertamente, no máximo usando algum símbolo característico do BDSM, como o triskele — que representa as três tríades: o B/D, o D/s e o SM; o SSC; e o TOP, bottom, switcher; algo que aqui no Brasil ainda é seguro, porquanto a população pouco sabe e muito menos ainda sobre o símbolo; o mesmo não vale, p. ex., para os estadunidenses, onde tal símbolo, segundo dizem, já é conhecido dos baunilhas, ocasionando preconceito o seu uso.

* BDSM E SEXO SEGURO





Os praticantes responsáveis e maduros do BDSM primam pela segurança nos relacionamentos, envolvendo ou não sexo. Especialmente quando as práticas envolvam uso de instrumentos que possam ferir a pele da pessoa submissa.

Quando o relacionamento envolvendo sexo se dá de forma não-exclusiva, com múltiplos parceiros, é absolutamente essencial a utilização de proteção de barreira do tipo “camisinha”, seja ela masculina ou feminina.

Além disso há procedimentos para limpeza e esterilização de instrumentos que sejam usados por mais de uma pessoa, evitando, dessa forma, possibilidade de propagação de doenças, sejam ou não DSTs.

* SÍMBOLOS




O símbolo oficial da comunidade BDSM é uma derivação do triskelion. O Triskelion é a forma básica do emblema, com três “braços” curvados para fora do centro e fundindo-se com um círculo abrangente. O Triskelion é uma forma antiga, que teve muitos usos e muitos significados em muitas culturas.

O símbolo BDSM verdadeira deve atender aos seguintes três critérios: 1) Os aros e os raios são de um metal de cores, indicando neste caso ouro, ferro e prata. 2) Os aros e os raios são de largura uniforme com os braços girando em sentido horário. 3) Os campos internos são pretos. 4) Os buracos nos campos são verdadeiramente buracos e não pontos.

Mais informações sobre o símbolo pode ser encontrado em The Emblem Project

Os itens e estilos de BDSM e fetiche têm sido amplamente difundidos na vida cotidiana dos sociedades ocidentais por diferentes fatores, tais como moda de vanguarda, heavy metal??, subcultura gótica, e séries de TV de ficção científica,1 e muitas vezes não são conscientemente conectados com suas raízes BDSM por muitas pessoas. Embora tenham sido confinados principalmente às subculturas Punk e BDSM na década de 1990, desde então têm se disseminado para partes mais amplas das sociedades ocidentais.

A bandeira do orgulho de couro é um símbolo para a subcultura de couro e também amplamente utilizado dentro de BDSM. Na Europa continental, o Anel de O é difundido entre os praticantes de BDSM.

O Triskelion é comum em comunidades de língua inglesa.


Ele te proibiu de ter amigos HOMENS…


Ele te proibiu de adicionar HOMENS…


Ele te proibiu de postar sensualidades…


Ele te proibiu de ser vc mesma…


Ele te proibiu de agir naturalmente…


Ele te proibiu de pensar por si mesma…


Ele te proibiu de argumentar suas ordens…


O nome disto não é BDSM é cárcere privado e INCOMPETÊNCIA em Dominar.

Um Dominador não proibe, ele guia, ensina, molda com respeito, confiança e sabedoria.

Um Dominador não proíbe, coage ou ameaça ele exerce o controle pelo conhecimento.

Um Dominador não proíbe, Ele não tem medo pois tem competência suficiente para Dominar apenas com a presença.


Um Dominador não proíbe, a submissa se dobra pelo prazer e orgulho de pertencer a este HOMEM que a Domina.


O resto é simplesmente isto… Resto.

Fuja do resto.

Ser ou não ser BDSM



(Para iniciantes e interessados sobre o tema)


Em primeiro lugar, você deve ter a noção:

1) Práticas do BDSM lhe interessam pelo simples fetiche que tens e manifesta-se pelo "tesão do momento", não te identificando assim, como "bdsmista"??? ou...

2) A sua "essência" lhe remete ao BDSM, por identificar-se em diversos fatores.

Dentro deste entendimento terá a resposta de algumas dúvidas....

A nossa "essência" nos conduz ao desejo dominante, aquele que excita de forma maior em nosso íntimo e assim,

saberá com toda certeza o que te dá mais prazer.

Desde o despertar da nossa sexualidade, já sentimos o que predomina

e povoa nossas vontades e fantasias...

Uma pergunta...

Por quê nos identificamos com esse acrônimo BDSM (Bondage(técnica de amarração americana)-Disciplina-Dominação-submissão-Sadomasoquismo)???

Não deve ser "apenas" pelo simples fetiche, mas pelo somatório de alguns fatores que nele existe.

E que vai, inclusive, além do "sexual"... E através do conhecimento sobre este mundo, saberá se "É ou não BDSM".
Um exemplo:

O prazer maior de um(a) Dominador(a) BDSM, segue para o objetivo da plena entrega da sua "peça" (sub)... Do famoso mergulho de olhos fechados para as mãos do Dominante. E esta destreza, não tem como acontecer apenas num simples momento sexual ou não, mas de um trabalho constante (físico e psicológico).

Importante:
Existe algo que chama-se "liturgia" BDSM, que identifica este mundo... Liturgia no sentido comportamental, pois segue de práticas que vislumbramos como "arte", técnicas, rituais, postura, respeito e até a maneira de vestir-se.

Portanto, ser BDSM, não é apenas dominar ou ser dominado mas, ter outros ingredientes também.

O sadomasoquismo existe em qualquer pessoa, em qualquer tribo, pois quem gosta de um simples tapinha ou qualquer brincadeira sádica, é Sado ou maso...

Portanto, o que vai te identificar como Bdsmista é justamente a soma dos ingredientes.

Outro esclarecimento, a podolatria é um fetiche que está inserido no BDSM, porém, quando trata-se de uma forma isolada, não é BDSM, pois qualquer pessoa, sendo ela, dominante ou não, pode gostar de "um pezinho", principalmente no momento sexual...

Rótulos no BDSM:

A denominação (Dominador(a), Dominatrix, Switcher, submisso(a), masoquista) é importante para facilitar o outro de saber em qual posição você está, e assim fica mais fácil uma negociação.

Enfim, a beleza do BDSM está na seriedade, na liturgia, está em sua arte e...

Sendo assim, para muitos, "BDSM É UMA FILOSOFIA DE VIDA".

Um maravilhoso e viciante universo!!

Teoria e Prática!!

* Diariamente me deparo com “submissos” que estão loucos para serem “dominados na cama” por um “macho dominador”. Mal entendem que esse ser dominado é nada mais que uma “foda hard” e não necessariamente tem ligação com BDSM.

* Em contra partida é comum aparecerem Dominadores que fodem passivos sem dó. Essa série de confusões fazem o BDSM virar piada. Ja que, para os praticantes de verdade, isso não passa de enrolação.

*Um Dominador pode sim ter relações sexuais com seus escravos mas isso não é o que fazem deles praticantes do SM. Vale frisar que o SM é um jogo erótico onde ambas as partes aceitam papeis hierárquicos pré estabelecidos e com isso vivem um jogo de prazer mútuo e consensual.

* A base do SM, no geral, vem da confiança entre Mestre e escravo que, dentro dos papeis e limites estabelecidos, praticam as mais diversas formas de jogos de poder desde o nível psicológico ao físico.

* O Jogo SM vem da troca em servir, ser controlado pelo comando justo e de certa forma protetor.

* Um bom mestre sabe como levar seu escravo ao limite e ampliar cada vez mais isso.

* Um bom sub não é aquele que faz tudo para agradar, mas sim aquele que entende que não tem controle sobre as próprias ações!

* Dentro do BDSM ha uma grande diversidade de possibilidades para curtir esse desejo. Mas para isso, antes de mais nada, é importante conhecer a teoria, ler, aprender sobre o mundo dos fetiches!! Seja você dominador ou submisso leia, pesquise, debata com outros praticantes pra evitar problemas gerais.

* O mais importante é saber o que quer e ter paciência para encontrar aquele que vai te dominar ou será verdadeiramente dominado por ti!!

Como reconhecer um dominador de circo


Os domadores de circo são homens que se aproveitam do sucesso dos 50 tons para se fazerem passar por dominadores e assim "pegarem mulheres". A maioria deles só está à procura de sexo fácil, mas alguns tentam técnicas de BDSM sem qualquer conhecimento delas, muitas vezes provocando danos físicos e psicológicos às mulheres. É comum me perguntarem como reconhece-los.

Abaixo algumas das características dessa fauna:

- Domadores de circo têm pressa. Querem a sessão para ontem. Não conversam, não negociam, não querem saber os limites da sub ou até mesmo se ela tem algum problema de saúde. Ele só quer sexo o mai rápido possível.

- Domadores de circo acham que toda mulher é sua propridade. Usam frases como “Você não é sub? Obedeça minhas ordens agora!” para uma mulher que acabaram de conhecer. Se uma sub com dono lhe informa que já é encoleirada, ele responde: “Tinha dono, agora você é minha propriedade!”. Ou seja: domadores de circo não têm o menor respeito tanto pelas subs quanto seus donos.

- Domadores de circo desconhecem princípios básicos do BDSM. Muitas vezes não conhecem nem mesmo as siglas básicas, como o SSC. Pergunte que livro ele leu sobre o assunto e ele provavelmente vai responder apenas 50 tons, o que provavelmente será mentira. Faça perguntas sobre técnicas, livros, origens dos termos como sadomasoquismo e irá desmascará-lo facilmente.

- Domadores de circo só falam de sexo. Afinal, tudo que eles querem é uma transa o mais breve possível. Também gostam de termos chulos e ofensivos e usam esses termos antes mesmo de terem intimidade com as subs.

- Domadores de circo irão pedir fotos suas nuas. Isso irá servir para ele se masturbar, caso não consigo sexo hoje.

* Se a foto tiver seu rosto e ele conseguir descobrir quem é você, poderá usá-la como chantagem em troca de sexo (sim, já me relataram casos assim).

 MESTRE, DOMINADOR, SWITCHER, FETICHISTA, SUBMISSO, ESCRAVO - diferenças fundamentais entre importantes termos BDSM


Vira e mexe alguns novatos que vem conversar sobre submissão, BDSM, e outros mais pedem pra esclarecer alguns termos usados.   Muitas vezes não tem experiência ( até aí nenhum problema), mas começam ja a misturar termos importantes, o que dificulta bastante o entendimento depois de ambas as partes.  Nenhum novato tem obrigação de saber, mas cabe esclarecer:

- MESTRE: Um dominador experiente em várias práticas BDSM ( shibari, eletro, suspensão, catéter, bondage, etc ) e capaz de ENSINAR outros doms/ submissos no BDSM SSC ( são, seguro e consensual) nessas práticas. O Mestre deve conhecer também a teoria por trás das práticas, como a origem das mesmas, etc.  Enfim, um dominador completo e muito experiente.

- Dominador : o que comanda a sessão de BDSM em suas várias vertentes ( shibari, eletro, suspensão, catéter, bondage, etc ) conduzindo o submisso de forma SSC ( sã, segura e consensual) nas sessões.

- SWITCHER :  pessoa que curter ser tanto dominador quanto submisso, dependendo da ocasião, práticas, etc.  Para ser um bom switcher é necessário desempenhar bem e separadamente cada papel por vez.

-  FETICHISTA:  tem tesão/ vontade/ curte em fazer determinadas práticas seja pq já vivenciou, seja pq vê videos e fotos e tem vontade dessas práticas.  exemplo:   curtir pés, curtir ser xingado, curtir ser amarrado.  O foco do fetichista é o fetiche dele, não o dominador, não a submissão. É em sessão que o dominador vai perceber se a pessoa é fetichista ou submissa. Ás vezes a linha é tênue mas o que separa um do outro é o grau de submissão, alguém que curta o fetiche + submissão é submisso.

- SUBMISSO:  O submisso tem grande tesão em satisfazer dominadores, estar em posição de ser usado, obedecer e ser mandado. Se o submisso quiser ter dono e for aceito por ele ( coleira), ele virou um escravo.

- ESCRAVO:  termo mal compreendido e mal-empregado no meio BDSM..  Vamos começar com o basico, escravo é aquele que tem DONO e pro seu dono deve obrigações.  O escravo tbem tem seus poucos limites e ele e seu dono tem isso conhecido e acertado essa parte.  os limites de um escravo para seu dono devem ser mínimos e sua entrega MÁXIMA.

MestreAlex@ndre

Despersonalização, Desumanização e Objetificação.Dentro do que chamamos de D/s, que se trata de uma prática basicamente mental, psicológica a busca do submisso é justamente ser desumanizado pelo Top e portanto exige muita competência desse Top em colocar seu sub em condições desumanas, mas temos que lembrar que temos três aspectos distintos no que se refere a essa modalidade:

1) Despersonalização, que consiste em mantê-lo como ser humano, mas num patamar de inferioridade em relação a todos e submisso a apenas um como escravo ou submisso. Dessa forma envolve xingamentos como verme, puta, estrupício, imprestável ele sente tesão em ser nomeado como algo sujo, inferior, inútil, ele se despe de sua personalidade e de seus valores para assumir aquele prazer em ser tratado como um pequeno nada. Essas humilhações verbais podem ser aplicadas nas práticas de Servidão doméstica ou servidão consensual, Castidade forcada do submisso, Humilhação erótica e Servidão sexual.

2) Desumanização que seria tornar o botton em algo que não é humano, o mais conhecido é justamente o poney play ou o pet play. Nesse caso, o sub é tratado como um animal de estimação, dormindo como um animal, comendo no chão, se portanto como animal de 4 patas ou rastejante e o principal e controverso, não verbalizando como humanos, mas somente emitindo sons do bicho que se converteu e para tanto, deve-se atentar muito com o modo de interromper a cena com algum tipo de sinal substituindo o safe Word, já que se ele falar, perde todo o contexto da desumanização.

3) Objetificação que seria transformar o submisso em um objeto inanimado, como um descanso para pés (rest feet), mobília, cinzeiro e o que mais eles gostam de ouvir seus Tops chamarem: Camacho. No site “Cantinho da Eve” ela cita a forniphilia o fetiche de mobília, ou furniture fetish em inglês o bottom passa a ser um objeto que terá utilidade para seu Top, não falam e nem se movem, mas não são providas de vida. Logo, toda a ação da mobília vai consistir no Top montando-a. Coisas muito legais é quando sou um rest feet e a domme fala, não está bom, fique mais baixo, mova-se para o lado, enfim, uma mobília que vai se adequar ao conforto do Top ou também o contrário, mesa de centro, por exemplo, onde eu devo ficar absolutamente imóvel e ela colocará copos, pratos e garrafas para uma refeição, me arrumando, organizando para que eu possa sustentar, segurar, equilibrar...

(Obs.: Objetificação seria uma das formas de despersonalização. Já na objetofilia temos uma parafilia onde pessoas se sentem sexualmente/emotivamente atraídas por objetos. Há casos de pessoas que sentem vontade de transar com carros, com livros, jarros de planta, canecas, travesseiros, balões, mesas e etc. Enfim, as pessoas demonstram ter alguma excitação por determinados objetos que não costumam excitar a maioria dos seres comuns e, por vezes, acabam desenvolvendo sentimentos por esses objetos lhes atribuindo até humanidade.

Age Play

É necessário frisar que o jogo de idade(age play) nada tem a ver com crianças e como adultos que somos, precisamos deixar claro isso. Todo adulto traz consigo uma parte de sua personalidade definida ou rotulada como " criança interna".

Muitos dos praticantes de jogo de idade, o age play, são defensores fortes e abertos contra qualquer tipo ou ato de abuso infantil, seja por abuso sexualidade, mental e/ ou emocional. Assim como na comunidade BDSM, não há tolerância para o abuso e a violência, na comunidade de age play não há tolerância pra pedófilos.

O jogo de idade, se difere e muito da pedofilia e será bem discutido em um outro tópico, mas é necessário deixar claro que nesse jogo são sempre de pessoas adultas que representam o papel autoritario/submisso. Fica bem claro nos exemplos: Professor/aluno, baba/ protegido, diretor/ a aluna impertinente, papai/ filha e etc...

Os jogadores de idade não se interessam por crianças e sim em regressao e entrar em contato com sua criança interna, podendo assim trabalhar e lidar com suas mágoas do passado, adentrando por um caminho seguro, cheio de amor e proteção do seu parceiro.

Age play é uma atividade saudável e não deve ser encarado como doença ou perversão, pois eu repito outra vez trata-se de "crianças internas" e não de crianças reais.

Temos ainda algumas pessoas que alegam que o age play eh um mundo onde seus praticantes adentram porque tiveram uma infância dolorosa, seja por abusos físicos, emocionais ou mentais. E que outras tiveram que crescer antes do tempo devido às circunstâncias que a vida lhes proporcionou e tiveram que se tornar adultas antes do tempo. E essas podem estar certas, e não vejo problema algum nisto, uma vez que o jogo de idade, teata- se de regressão e/ou progressão, e podem diante de um parceiro consciente, procurar amenizar os problemas de infancia ou melhor condução para que isso aconteça, e tornar uma pessoa ainda mais forte e melhor.

Age play trata se de um jogo de amor e aceitação incondicional, onde experimenta a sensação de segurança e a emoção de vulnerabilidade.

Outras pessoas são e tiveram uma infância absolutamente feliz, e optam revivenciar ou chegar ao mais perto disto ou daquilo que foi, escolhendo a melhor idade para jogar.

Significado da sigla BDSM:


BDSM é um acrónimo para a expressão "Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo" um grupo de padrões de comportamento sexual humano.

Diferença entre Escrava e Submissa




* Ambas são valorizadas no BDSM, cada qual dentro de sua postura e aceitação da forma de ser, agir, remeter-se dentro do BDSM.


* Submissa


* Não tem necessidade de estar 24 horas disponíveis ao Dono, ao seu Dono impor tarefas, ordens e castigos, ela pode questionar, pode impor que não realizará no momento que seu Dono pediu. Em sessões a submissa pode expressar seus limites.

* Uma submissa pode se tornar escrava do mesmo modo que jamais uma submissa se tornará escrava, pois há fatores que possa impedi-la como a disposição de servir seu Dono 24 hrs por dia.


*Escrava


é a posse, propriedade de seu Dono; ela fica totalmente entregue aos prazeres e ordens do Dono, e 24 horas disponíveis para o Dono. A relação é mais intensa, a pressão é maior, e a entrega é total e plena... O seu Dono terá controle total da relação, inclusive as práticas das sessões, onde ele controla os limites da escrava.


A escrava serve porque lhe dá alegria e felicidade, em ver o Dono feliz, acata as ordens, comandos e tarefas de seu Dono sem questionar, as realiza com perfeição para sempre ver seu Dono feliz e não deixa-lo com sentimentos negativos; abre mão de si própria para atender primeiramente seu Dono.


Para um dominador possuir uma escrava, ele DEVE conhece-lá bem, saber perfeitamente seus limites, suas condições psico e físico para guiá-la para assim a entrega dessa escrava ser por inteiro a seu Dono.


Alguns dominadores dizem desejar ter escravas e não submissas, mas eles não oferecem seus cuidados e domínios a todo instante, deixando a escrava que tanto se dedica em um mundo vago.


Isso não deveria acontecer, se o dominador não consegue guiar uma escrava, ele deve ter sobre seus cuidados e domínios uma submissa então.


é aquele que sente prazer pela dor, pelo sofrimento, sendo somente um Dominador Sádico pode conseguir que sua escrava masoquista consiga obter esse prazer. A dor e ou sofrimento para o masoquista dentro do BDSM não são baseados em tapinhas, o masoquista necessita de mais, do extremo, de nada de práticas moderadas ou de baixa intensidade. Para um masoquista um belo exemplo que uso é de seu Dominador realizar um sessão de spanking hard com ralador por exemplo, o prazer pelo de nível de dor que o masoquista terá é algo que bem diferente de um submisso que não tolera dor extrema e sim dor do moderado ao leve como um spanking realizado com chicote sem seu Dominador usar de muito intensidade, mas para esse submisso não masoquista, ele estará realizado pelo prazer a dor obtida dentro do seu nível de suportar a dor. O que para a submissa seria uma dor quase que intolerante, para a masoquista é algo de extremo prazer!





Tops, exigiram de suas posses ?


                           



Branding é uma modificação corporal realizada através de um ferro quente encostado na pele, produzindo desenhos permanentes que podem ser as iniciais do top ou algo que o simbolize.
Historicamente, esta prática é considerada como símbolo de escravidão ou criminalidade, pois se marcava os indivíduos com tal status na Idade Média.
A técnica assemelha-se àquela utilizada para marcar o gado. O tatuador aquece o ferro com o desenho, iniciais ou símbolo, geralmente com um maçarico e logo após o metal ficar em brasa é encostado na pele. A prática é extremamente dolorosa, traumática e arriscada pela dificuldade da cicatrização causada pela queimadura. Os locais mais comuns utilizados pelos praticantes são seios, nádegas, parte interna do braço e coxa e região lombar.
Escarificação é uma técnica de modificação do corpo que consiste em produzir cicatrizes no corpo através de instrumentos cortantes. Diversas culturas utilizam está técnica.
A tatuagem é uma das formas de modificação do corpo mais conhecidas e cultuadas do mundo. Trata-se de um desenho permanente feito na pele humana que, tecnicamente, é uma aplicação subcutânea obtida através da introdução de pigmentos por agulhas, um procedimento que durante muitos séculos foi completamente irreversível (embora dependendo do caso, mesmo as técnicas de remoção atuais possam deixar cicatrizes e variações de cor sobre a pele).



Denominações de Status

Aqui você encontra as denominações de status comumente utilizadas nas práticas BDSM. Geralmente essa identificação facilita a busca por parceiros, haja vista que ela descreve, mesmo que brevemente, o tipo de relacionamento que você busca no universo BDSM.

Baby Girl   
A que assume o papel de filha no jogo Age Play.

Bottom   
Termo em inglês para se referir ao submisso(a). Denominação de quem está abaixo na hierarquia, aquele que se submete aos comandos.

Brat   
Uma submissa que tem por padrão agir como uma criança levada. Gosta de fazer graça, é espirituosa e procura situações para colocar o lado infantil em evidência.

CrossDresser (CD)   
São pessoas cujo prazer consiste em usar objetos femininos, vestirem-se de mulher, mas não são necessariamente homossexuais.

Daddy   
O que assume o papel de pai no jogo Age Play.

Deusa   
O objeto de cobiça na podolatria. Aquela que tem os pés a serem idolatrados.

Dom   
Abreviatura de Dominador.

Dominante   
Denominação dada àquele que detém o poder dentro de uma relação D/s (Dominação/submissão).

Dominatrix   
Denominação dada à Dominadora ou Mestra.

Dominatrix profissional   
Dominadoras que fazem do BDSM uma profissão. É a dominação contratada (sem comprometimento com o BDSM) para satisfação de fantasias sexuais de clientes submissos.

Domme   
Palavra de origem francesa, é sinônimo de Dominadora ou Dominatrix.

Dona   
Feminino de Dono.

Dono   
Aquele que é o proprietário do escravo(a).

Escrava   
Feminino de escravo.

Escravo   
Aquele que se submete. Diferentemente do submisso tem um comprometimento maior com a dor e os castigos do que com a submissão de alma.

Fetichista   
Aquele que tem prazer em fetiches.

Lady   
Denominação usada normalmente em podolatria. Em relações D/s frequentemente usa-se o termo Rainha, em relações fetichistas o termo Lady.

Masoquista   
Aquela que sente prazer na dor.

Master   
Sinônimo de Mestre.

Mestra   
Feminino de Mestre.

Mestre   
Detentor do conhecimento. Um condutor do bottom pelos caminhos do BDSM. Seu sentido é mais abrangente que o do Dominador, pois pressupõe um relacionamento longevo, um comprometimento maior e faz do BDSM um estilo de vida.

Mistress   
Sinônimo de Mestra.

Podólatra   
Fetichista por pés.

Ponyboy   
Submisso cuja fantasia é agir ou comportar-se como um pônei. Esse fetiche inclui indimentária, adestramento e dominação.

Ponygirl   
Submissa cuja fantasia é agir ou comportar-se como um pônei. Esse fetiche inclui indimentária, adestramento e dominação.

ProDom   
Dominadores que fazem do BDSM uma profissão. É a dominação contratada (sem comprometimento com o BDSM) para satisfação de fantasias sexuais de clientes submissos.

ProDomme   
Sinônimo de Dominatrix profissional.

Rainha   
Aquela que lidera um reino, um espaço, confrarias ou grupos. Erroneamente classificada como Rainha na podolatria. Podolatria é um fetiche, não é BDSM.

Sádica   
Aquela que sente prazer no sadismo.

Sádico   
Aquele que sente prazer no sadismo.

Sadomasoquista   
Aquele que sente prazer tanto em receber quanto em impingir a dor.

Sissy   
Fetiche em vestir-se como mulher.

Submissa   
Feminino de submisso.

Submisso   
Submisso, em BDSM, é alguém que sente prazer em receber e cumprir ordens e em se submeter aos gostos e vontades do seu Dominador... Um submisso retira prazer desta transferência de poder e quanto mais prazer sente que o Dominante retira, maior é a sua satisfação.
Aquele que sente prazer na submissão. Esse prazer tem diversos níveis, desde a obediência até a humilhação em graus elevados.

Submisso Cuckold    Aquele que se submete e sente prazer em ver sua parceira com outro.

Switcher   
Aquele que gosta tanto de dominar quanto ser dominado.

Top   
Denominação de quem está por cima na hierarquia, no topo. Aquele que está na posição de dominação.

Irmãs de coleira, outras sub, play partner, ciúmes e dominação por baixo




Este assunto, sempre um tanto polemico precisa de alguns esclarecimentos de base.

O primeiro deles é que para que se tenha uma irmã de coleira, será necessário que a relação D/s seja 24/7 e que a irmã de coleira entre a fazer parte da vida cotidiana na relação D/s também como 24/7.

Isto é muito mais raro do que se lê por aí, uma vez que pressupõe vivencia continuada entre as sub, que moram juntas na Senzala ou, de qualquer forma, interagem na vida uma da outra, também nos aspectos baunilha, e com o Dono delas, de forma diária.

Neste sentido, a “irmã de coleira” é realmente a pessoas com a qual compartilhar desejos, emoções, submissão ao Dono de forma plena e perfeita.

Não é uma relação para qualquer uma. Pressupõe um grau de entrega total ao Dono, que raramente é visto, onde as sub se ajudam com carinho e irmandade para melhor servi-lo.

Muito difícil para quem não tem vivencia real do mundo BDSM, entender este tipo de relacionamento mesmo na sua concepção mais geral...

A irmã de coleira será escolhida pelo Dono, por suas características de compatibilidade com a(s) outra(s) sub da sua Senzala. A Ele cabe saber escolher a pessoa que melhor poderá se integrar na

Senzala sem causar algum tipo de perturbação da harmonia, que é a base de um reinado saudável e sustentável.

Na relação de irmãs de coleira, todas as sub têm mesmo papel e mesma importância, contribuindo como pares e iguais à relação BDSM, que é coletiva.

Estas relações são chamadas “familiares” pois se cria, praticamente, uma “família” não convencional.

Não vou entrar em muitos detalhes disto, pois, a grande maioria das relações D/s, nem de longe se assemelham ao ter uma irmã de coleira...

Muitos TOP não querem viabilizar este tipo de relação por questões afetivas de relacionamento com a sub 24/7, ou por outras várias razões, todas absolutamente respeitáveis, que envolvem tanto a relação BDSM como a relação baunilha (que frequentemente surge em uma relação 24/7).

Por estas razões, e também pela dificuldade de se encontrar pessoas realmente preparadas em ser irmãs de coleira, o que se vê mais frequentemente é o TOP ter uma sub alpha, primária, responsável pela Senzala, e outras bottom que são gerenciadas pela alpha.

Neste caso já não podemos falar de irmãs de coleira, pois faltam alguns requisitos fundamentais: a vivencia cotidiana, o compartilhamento igualitário na serventia ao Dono, a intimidade total entre as sub.

Normalmente a sub alpha é a mais antiga e, eventualmente, a que tem relação 24/7 com o Dono. As outras sempre estarão em segundo plano, a não ser que o DONO tenha duas alpha irmãs de coleira, ou que a alpha seja dispensada e o Dono escolha uma nova alpha. Este é o maior medo das sub alpha, que entre uma nova sub que possa ocupar o lugar delas. Esta insegurança, muitas vezes, é a que conduz a alpha a ser dispensada, por não saber administrar a confiança que o Dono depositou nela, por exemplo diminuindo outras sub, maltratando elas, ministrando punições indevidas ou excessivas.

Sempre há uma complicação afetiva na entrada de uma nova sub na Senzala para a sub alpha, a qual deverá saber lidar de forma oportuna com a situação, tendo sempre em mente o proposito essencial dela: servir ao Dono.

Não que isto seja sempre fácil, e ela poderá alertar ao Dono sobre algo que não lhe agrade, de qualquer forma ela tem a relação afetiva e mais antiga, mas quem toma as decisões é o Dono, que poderá ou não considerar o eventual desconforto dela, dependendo da situação e de sua sensibilidade.

Esta também, de qualquer forma, é uma situação relativamente rara, pois requer grande experiência por parte do TOP em administrar a sua Senzala e uma grande capacidade de entrega por parte da sub alpha.

Este tipo de relação D/s, também prevê uma 24/7, ao menos com a alpha, morando junto ou de qualquer forma na convivência diária da alpha, e eventualmente de mais sub, com o Dono.

Mas vamos ao que ERRONEAMENTE lemos todos os dias... irmãs de coleira que na verdade são play-partner ou procura de substituição de sub, ou ainda, simplesmente outros “casos” do TOP.

É exatamente nestes casos que lemos comentário de sub: “nunca aceitaria uma irmã de coleira”.

Nenhum TOP que tenha uma Senzala REAL iria propor irmã de coleira a uma destas sub. Primeiro porque Ele escolhe as sub com base na compatibilidade com as outras da Senzala e secundariamente porque estas sub, evidentemente, não tem as caraterísticas para poder ser irmãs de coleira, nem participar de uma Senzala que tenha uma sub alpha.

Portanto nenhuma delas, nunca, receberá este convite ou vivenciará esta situação, nem de longe, pois não pertence ao mundo delas.

Nenhum TOP com Senzala REAL poderá se interessar por elas, simples assim. Elas não despertam interesse pois não estão aptas nem para começar uma negociação.

Quando uma suposta sub fala que vai colocar este assunto na negociação da D/s, simplesmente demonstra que não sabe o que é a relação vertical BDSM e qualquer TOP experiente, já abre mão da negociação seguindo cada um o próprio caminho.

Este tipo de comportamento “bottom-up Power Exchange” ou dominação por baixo, no qual a aspirante posse quer possuir o dono, marcar território e reduzir a liberdade dele, simplesmente não faz parte do BDSM e não é aceita por nenhum TOP.

Se o TOP quiser ou não ter outras sub, é decisão e problema dele, e a sub, nunca pode se quer torcer o nariz sobre isto, pois ela é posse e não manda em nada, isto em uma relação D/s BDSM. Se a relação for somente fetichista e não for BDSM, aí é outra história pois os parâmetros são outros e eu os desconheço.

Ouvimos frases do tipo: Este Dono tem dona... A sub quem manda lá em casa... ou... Ela está tentando roubar Meu Dono... Não aceito irmã de coleira... Ela não vai tomar meu lugar... Eu sou melhor do que ela e vou demonstrar... Ele é Meu... Tudo isso é absolutamente normal, é perfeitamente compreensível sentir ciúmes e defender o que lhe “PERTENCE”. Isto é uma relação BAUNILHA e NÃO é uma relação BDSM.

Na relação BDSM a posse pertence ao Dono de forma vertical. O Dono não pertence a posse.

Se não há esta verticalidade, simplesmente não há relação BDSM, ou há uma relação na qual a sub na realidade é Domme e o top se torna bottom dela, pois é ela quem manda na relação.

Já falei para algumas amigas, mudar de lado do chicote, pois estão do lado errado, querendo possuir um TOP... muito mais fácil e proveitoso se assumir como Domme e ter seu próprio sub.

Se quiser estar como sub em uma relação D/s, trazendo para ela conceitos baunilha, saiba que esta relação está fadada ao fracasso, ou simplesmente irá estabelecer uma relação fetichista com víeis de fantasias do BDSM, mas nunca, uma relação BDSM.

O BDSM é uma troca de poder, antes de qualquer outra coisa, e, o que é negociado, são os limites desta troca, não sua natureza.

Não se pode ser cristão sem acreditar em cristo, não se poder ser mesmo corintiano ser torcer para o Corintians, não se pode ser ateu acreditando em Deus...

Não se pode ser sub, sem ser posse.

Mas vamos lá... do outro lado... o suposto dom safadinho...

O dom safadinho, na realidade não estabelece nenhuma relação real D/s. É uma relação construída sobre promessas (nenhum TOP faz promessas, ele age) e poesias, com víeis românticos (nenhum TOP usa do romantismo) e sexo apimentado (nenhum TOP coloca o sexo em primeiro lugar, pois isto é consequência natural e não objetivo).

Este tipo de suposto top, deixará as coisas meio confusas, dando corda na negociação em debater questões de posse, desviando da negociação real e dos limites reais, ele afirmará que é seu, mas parcialmente. Enquanto na verdade o TOP nunca é, e nunca será seu... você é dele, ponto. Não há nenhuma negociação nisto.

Estes supostos top poderão eventualmente ter outras sub a escondida, ou tentar fazer com que uma não saiba da outra, usando desculpas pelas ausências, mas não saberão enfrentar uma relação BDSM, logo nem são realmente TOP.

Ou tentarão fazer a suposta sub aceitar outra sub, por exemplo como play-partner e talvez até fazer sessões conjuntas, arcando depois com ciúme e provável fim da relação, ou pelo menos, muito estresse desnecessário.

O que acontece normalmente é que antes ou depois este tipo de jogo acaba, porque a base está errada. Não se constrói sobre a areia, pois a construção antes o depois desaba.

O BDSM tem algumas poucas regras rígidas que são a base absoluta. O conceito de posse, verdade, honra e relação vertical são algumas delas.

Ninguém precisa ser BDSMer, ninguém manda ser isto... uma pessoa pode ser fetichista, ter uma relação baunilha, usar de alguns fetiches que são do mundo BDSM e ser feliz!

Porque viver uma coisa que não lhe agrada? Ou tentar se encaixar em algo que lhe deixa frustrada e não oferece prazer? O BDSM é busca pelo prazer. A não ser que você seja muito masoquista...

Não existe uma regra para a satisfação dos nossos desejos, cada um escolhe por si mesmo, mas ao mesmo tempo não existe um BDSM DIY (faça você mesmo), nosso âmbito tem bases, regras e protocolos, como qualquer outro âmbito.

Esclarecido este aspecto, podemos falar dos play-partner e da relação D/s de forma séria.

Cabe o TOP decidir se ele deseja ou não ter uma ou mais sub e administrar elas.

O que se fala no meio é que um TOP pode ter tantas posses, quantas ele consegue lidar e dar conta, sem prejudicar as outras.

As vezes a relação 24/7 com aspectos de amor e envolvimento também na vida baunilha, pode conduzir o TOP a não ter outras posses, mas a decisão é exclusiva dele.

Ou se Ele estiver em uma relação complexa (tipo 24/7, com filhos, muitos compromissos de trabalho, pouco tempo disponível, etc.) poderá dispensar ter outras sub, por vontade e decisão própria, pois não teria como administrar isto sem prejudicar uma ou mais delas.

O TOP pode também optar por ter play-partner para sessões avulsas, o que não comporta nenhuma D/s com elas, pois o que se estabelece é somente uma EPE (Erotic Power Exchange – Troca de Poder Erótica) limitada a sessão.

Na realidade esta é a forma mais simples e confortável, sobre tudo para quem dispõe de pouco tempo, de disfrutar das relações de poder, sem ter que constituir D/s ou ter negociações complexas, somente estabelecendo limites apropriados à sessão.

De qualquer forma a decisão de ter ou não mais sub, a forma em que Ele quer tê-las e como irá gerencia-las é do TOP, e somente dele.

O seu direito como sub, é eventualmente entregar a coleira, coisa que pode fazer a qualquer hora e sem ter sequer que explicar o motivo. Este é seu direito fundamental. O TOP nem tem o direito de questionar as razões da devolução da coleira, e deverá simplesmente respeitar sua decisão, sem ulteriores interferências na sua vida.

Se você não aceita ser posse, se não aceita a troca de poder vertical, não seja uma sub... viva outras relações que não são BDSM, seja feliz fora da troca de poder, ou seja você mesma uma play-partner, ninguém vai possuir você e você não vai possuir ninguém..


Kinkster 

 Um kinkster é uma pessoa que pratica a cultura kink e kink. Na sexualidade humana, kinky ou kinky (adjetivo), é um termo usado para se referir a um uso lúdico de conceitos sexuais que são evidentes, acentuados, inequivocamente expressivos da sexualidade. O termo deriva da idéia de uma "curva" (cf. uma "torção") no comportamento sexual de alguém, para contrastar tal comportamento com costumes e inclinações sexuais "diretos" ou "estreitos" do mundo da baunilha . O termo kink tem sido reivindicado por alguns que praticam o fetichismo sexual como um termo ou sinônimo de suas práticas, indicando uma gama de práticas sexuais e sexuais de brincalhão para objetificante e parafílico. O termo kinkster é às vezes adotado como uma identidade por aqueles que preferem um tipo amplo e relativamente indefinido de papel de status, já que o termo indica apenas algum nível não explícito de desvio das noções de práticas de baunilha . As práticas sexuais da Kink vão além daquelas consideradas práticas sexuais convencionais como meio de aumentar a intimidade entre os parceiros sexuais. Alguns estabelecem uma distinção entre torção e fetiche , definindo o primeiro como reforço da intimidade do parceiro e o último como substituindo-o. Por causa de sua relação com os limites sexuais "normais" , que variam por tempo e lugar, a definição do que é e do que não é dobra varia amplamente também. Os praticantes são às vezes considerados pervertidos por aqueles que não praticam o kink.

TAMER OU BRAT TAMER




O que são?

Tamer ou Brat Tamer (Domador): O praticante ativo (Top) no BDSM, se destacando em Disciplina, caracterizado por ter “pulso firme”, paciência e compreensão, gosta de ser provocado, de realizar algo através da força, de ameaças, de dominar, de domar e subjugar o praticante passivo (Bottom). Diferente de um Dominador, Dono ou Mestre, o Tamer não deseja uma pessoa submissa, seu desejo é conquistar constantemente pois seu prazer está no desafio, no jogo de poder.
Brat (Pirralho): O Bottom que gosta de provocar, de ser a “presa” a ser caçada, desafiar o Top. Ao contrário de um submisso, um Brat fará o jogo do “Será que você consegue?”, “Conquiste-me se puder”, “Já acabou, Jéssica?”… Irá desafiar o Top para que o dome, seu prazer está em resistir e dificultar, ser disciplinado.

Roleplay:

O jogo da vez está diretamente ligado à disciplina ou a falta dela constantemente, pois um Brat não irá se tornar submisso, então a relação se dá em que o Tamer terá que disciplinar, punir e domar o Brat. Apesar do Brat retrucar constantemente, o Tamer não fica irritado ou usa de castigos reais, pois faz parte do Roleplay, ele somente irá colocar a Brat em “seu devido lugar” e ela por sua vez tentará se desatar e se esquivar.

Observações importantes:

Tanto Brat como Tamer são papéis muito discutidos atualmente e muitas vezes é tratado com muito preconceito ainda no meio BDSM, principalmente pois um Brat nunca será um submisso e um Tamer muitas vezes é visto erroneamente como um Dominador que não consegue dominar a Brat, quando na verdade funciona como essa analogia a seguir:
“O leão respeita seu domador, mas continuará a ser uma fera. No entanto, se este domador o maltrata, ele engolirá seu domador, pois não o respeitará. Se ele recuar por medo, lhe comerá assim que der as costas.”
Ser Brat também não é sinônimo de ser desrespeitoso ou sem educação, pelo contrário, são pessoas equilibradas, com postura e sabem bem onde pisam. Desafiar é seu prazer, porém nunca atropelará os limites do que foi negociado. Não deve agir como Brat com o mundo, apenas com quem aceitou entrar nesse jogo. Isso pode facilmente diferenciar um Brat de uma pessoa rebelde sem causa.
Como diferenciar um Brat de um submisso? Tente dizer que vai dar um tapa na bunda da pessoa, se for um submisso irá sorrir, se for um Brat irá provocar com “Não vai mesmo” ou “Só tenta”… Os submissos amam a imposição, já os Brats amam a contestação. Um submisso rebelde sede sob pressão, coisa que nunca acontece com um Brat. Submissos rebeldes não tem direitos, tem privilégios. Brats querem e conquistam direitos. Lembrando que direitos são seus e ninguém tira, privilégios são dados e podem ser retirados.
Vamos deixar os preconceitos de lado e passar a entender que todo mundo é diferente e cada um tem a sua própria forma de dar e sentir prazer. Nunca deixe ninguém lhe dizer que há algo errado em ser quem você é.




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